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Mobile, meio ambiente e compartilhamento são expectativas do novo consumidor

01/03/2019

Desde a popularização da internet e o desenvolvimento de protocolos de segurança que permitiram compras mais seguras, o comportamento do público passou por mudanças drásticas. Exigente e antenado, o cliente da era do conhecimento quer mais da relação com as marcas e deseja ir além da simples aquisição de produtos.

Nesse cenário, as companhias que se aproximarem do consumidor de maneira transparente aumentam as chances de sucesso. No post de hoje, trazemos inspiradas por um estudo divulgado recentemente pela WGSN. Chamado “Consumidor Ultradinâmico”, o levantamento reúne macrotendências e dicas sobre o comportamento do público nos próximos anos.

Confira um resumo a seguir:

1. Compras via mobile

Smartphones, tablets e outros dispositivos móveis são uma boa aposta para marcas que querem conquistar o consumidor do futuro. Uma pesquisa da própria WGSN revelou que a maioria dos varejistas (64%) considera o pagamento feito através de celular uma das prioridades para manter seu negócio funcionando.

Portanto, é preciso pensar em estratégias integradas ao mobile, como sites responsivos e realidade aumentada.

2. Conexões humanas

Este ponto envolve um paradoxo, afinal, as empresas e clientes deverão se valer cada vez mais de ferramentas capazes de substituir tarefas hoje realizadas por pessoas. A chave está em utilizar o elemento humano para agregar valor aos produtos ou serviços contratados. É hora de deixar de pensar apenas no preço ou na quantidade, e oferecer opções que realmente satisfaçam as necessidades e desejos do público, aliadas a um atendimento humanizado.

3. Confiança nas marcas

Atualmente, as pessoas são bombardeadas por centenas ou até milhares de informações num único dia, muitas delas irrelevantes, notícias falsas (fake news) e fatos distorcidos. Além disso, convivem com empresas que oferecem serviços em troca de informações sobre suas preferências, como Google e Facebook. Esse ambiente torna difícil saber em quem elas podem confiar. Assim, ser uma marca que realmente se preocupe com transparência é mais importante do que nunca para se diferenciar no mercado.

4. Preocupação com o meio ambiente

À medida em que desastres como terremotos, secas e deslizamento se tornam frequentes, cresce a relevância dos atores sociais que agem com consciência ambiental. Um dos debates em alta é sobre o lixo gerado e seus impactos para o planeta, reforçando a necessidade de reciclar e preservar os recursos naturais. Vale, então, investir em alternativas sustentáveis para aumentar as vendas – e dar um up na reputação da marca.

5. Envelhecimento da população

Reduções na taxa de mortalidade e avanços na ciência têm permitido uma vida mais longa para muita gente, inclusive moradores de países em desenvolvimento, como o Brasil. No entanto, o aumento da população idosa implica no enfrentamento de desafios em setores como mobilidade, saúde e serviços. Afinal, não basta envelhecer; é preciso envelhecer com qualidade de vida.

Uma pesquisa realizada pelo International Longevity Centre, no Reino Unido, evidenciou que 85% das pessoas com 55 anos ou mais acredita que sua marca favorita não compreende suas necessidades. Por aí, dá para ter uma ideia das oportunidades ainda não exploradas pelas empresas junto à terceira idade.

6. Economia compartilhada

Se, há algumas décadas, os principais sonhos da população envolviam ter uma casa ou um carro, hoje eles mudaram para experiências, como viagens. Em outras palavras, p consumidor busca por atividades significativas, que possam melhorar a saúde do corpo e da mente. A dica para aproveitar esse novo comportamento é repensar a jornada de compra do cliente, proporcionando experiências que favoreçam memórias afetivas.

Fonte: http://propmark.com.br/mercado/o-consumidor-do-futuro-segundo-estudo-da-wgsn

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