Digital Out-Of-Home

Agora passa a ser possível usar o OOH com ativação de dados para CRM

Falei outro dia aqui no blog sobre como o Out-of-Home vem unindo de forma surpreendente o on e off e agora nos chega pelo Adage uma notícia de que a Vistar Media, empresa de OOH, se uniu a LiveRamp, da Acxiom, para permitir que anunciantes veiculem sua comunicação OOH digital com base nos seus próprios dados, ou seja, o que chamamos de first party data, dados que estão no banco dos anunciantes e foram gerados originalmente por eles mesmos.

A Vistar reúne dados de localização de celulares, agrega essas informações dos anunciantes e, em seguida, as fornece aos parceiros para segmentar a mídia OOH, como por exemplo a comunicação em pontos de ônibus.

Isso significa que empresas do setor poderão agregar a sua oferta uma camada de dados ativáveis pela via digital, acionáveis em tempo real, tornando mais e mais a mídia OOH uma plataforma digital programável por dados. Isso anaboliza CRM e gestão por geolocalização e behavior. Um passo e tanto.

Créditos – Proxxima: http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/blog-do-pyr/2016/11/27/digital-out-of-home-drivado-por-dados.html

Out of Home

Não estamos prestando atenção, mas o setor é um dos que mais rápido caminha para matar o on/off de vez.

Poucos setores da nossa indústria integram hoje tão bem e de forma tão intuitiva o tal binômio on/off quanto o da mídia out of home.

É até gozado esse nome out of home, porque depois do mobile, tudo é out of home. Ou melhor, tudo é em todo lugar.

Mas enfim, sabemos do que estou falando e como dizia esse parecer ser o ambiente em que a interação entre o que se faz na vida fisicamente tangível, se beliscar dói, e aquilo que se faz online, onde há uma intermediação tecnológica entre nós e a realidade lá fora, se dá de maneira mais umbilical e fluída.

Isso significa uma revolução enorme para a qual não temos (mea culpa) prestado talvez a devida atenção.

Estamos falando aqui de uma indústria dentro da indústria. Porque veja bem, a MOOH ou DOOH (em que o D responde por digital), integra todos os suportes de comunicação física existentes nas ruas das nossas cidades, como ou seu Cidade Limpa: reúne todo o mobiliário urbano; soma ainda todos os ambientes indoor, como aeroportos, supermercados e shopping centers; agrega ainda aquilo que assistimos nos ônibus, táxis e aviões. E devo estar esquecendo aqui alguma coisa.

É um inventário gigantesco como o qual interagimos de forma natural e habitual quando andamos pelo mundo, vivendo, entende?

O D de digital veio para contribuir de forma inovadora e complementar ao que o setor já produzia e entregava, criando um link agora definitivo e always on para o que vemos e o que consultamos via web. Tudo junto e misturado.

O passo seguinte do setor será ampliar e otimizar todo esse inventário para que abrigue mais e mais conteúdo. Isso já ocorre, mas ainda e forma tímida, porque essa indústria nasceu advertising only. Oco de conteúdo. Aos poucos, serviços foram sendo integrados e chegou a hora de acelerar e aprofundar a presença de mais e mais informações que possam ser ativadas no off e sequenciadas no on. Ou vice-versa. Já que tudo  é uma coisa só.

Estamos vivendo um momento único no OOH. Que merece um OOH!!!, de exclamação. Agências e marcas vão perceber isso mais e mais e todo mundo vai ficar muito feliz com isso.

Créditos – Proxxima: http://www.proxxima.com.br/home/proxxima/blog-do-pyr/2016/11/14/out-of-home-ja-integra-on-e-off-vai-integrar-mais-conteudo-tambem.html

Abooh de Out of Home

Associação Brasileira de Out of Home (Abooh) viram a campanha #AVidaDeRobson. Lançada a cerca de um mês, a ideia é comunicar o novo posicionamento da entidade e, principalmente, medir o alcance desse tipo de mídia – uma pesquisa do Datafolha foi conduzida na semana passada sobre o impacto que o personagem teve na curiosidade das pessoas.

Continua: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2016/10/17/a-gente-falou-com-o-robson-aquele-do-cartaz.html

Créditos – Meio & Mensagem: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2016/10/17/a-gente-falou-com-o-robson-aquele-do-cartaz.html 

Publicidade Out of Home

Pesquisas apontam caminhos para a atividade, diante do crescimento esperado

Muitos estudos estão apontando que os investimentos em Publicidade Exterior deverão continuar crescendo, até 2020, em média, 15% ao ano.

Com esse “boom” da atividade, sempre fica a pergunta: como ela pode se adaptar para continuar trazendo inovação e atrativos, realimentando o processo de investimentos?

Algumas tendências já podem ser visualizadas por especialistas, indicando alguns caminhos que podem trazer grandes benefícios para todos. Vamos conhecer algumas:

Aumento na quantidade de peças.
Embora muitos defendam a necessidade de instalação de mais peças (especialmente as de OOH Digital, o espaço urbano deve ser respeitado para não se saturar desse tipo de equipamentos. O que provavelmente, em um futuro não muito distante, irá acontecer é a troca de peças estáticas tradicionais por novos engenhos digitais, com custos mais acessíveis e novas tecnologia de LED. Outra vantagem desse tipo de equipamento é a facilidade para o gerenciamento da publicidade neles veiculada. Existem previsões que afirmam que o número de engenhos digitais deve crescer cerca de 40% entre 2015 e 2020;

Integração com outras mídias e aparelhos.
Fica cada vez mais clara a necessidade de a Publicidade Exterior criar mecanismos, softwares e sistemas que permitam a sua interação e integração com novas plataformas como smartphones, internet etc. Essa tendência permitiria, por exemplo, o uso de engenhos mais “inteligentes”, capazes de reconhecer sinais, faces e outros fatores para interagir com o público que passa pelas redondezas, provocando mensagens on demand. Como não se pode desprezar o crescimento dessas outras mídias e a convivência pacífica e integrada sempre será a melhor solução.

Medição clara e real
Os engenhos de Publicidade Exterior são plataformas ideais para a medição de audiência, tipo de público, hábitos etc. Através de softwares e outras tecnologias avançadas será fundamental para basear novos tipos de pesquisas para embasar a decisão dos planejadores de mídia.

Experiências reais e impactantes
A Publicidade Exterior tem toda a condição de oferecer ao público experiências, degustações etc de forma real e impactante, colocando o público literalmente dentro de suas peças e fazendo com que a interação seja o ponto alto de campanhas publicitárias. Engenhos com telas em altíssima definição, em 3D, com imagens holográficas ou sensíveis ao toque serão comuns em um futuro não muito distante.

Com certeza o futuro será fascinante para a Publicidade Exterior.

Jorge Luiz Mussolin

Créditos – Eagora: http://www.eagora.com.br/noticias_ler.php?nws-news=295241&nws-canal=4922#.V_Kgm_krIdV

Publicidade Exterior

Pesquisas apontam caminhos para a atividade, diante do crescimento esperado

Muitos estudos estão apontando que os investimentos em Publicidade Exterior deverão continuar crescendo, até 2020, em média, 15% ao ano.

Com esse “boom” da atividade, sempre fica a pergunta: como ela pode se adaptar para continuar trazendo inovação e atrativos, realimentando o processo de investimentos?

Algumas tendências já podem ser visualizadas por especialistas, indicando alguns caminhos que podem trazer grandes benefícios para todos. Vamos conhecer algumas:

Aumento na quantidade de peças.
Embora muitos defendam a necessidade de instalação de mais peças (especialmente as de OOH Digital, o espaço urbano deve ser respeitado para não se saturar desse tipo de equipamentos. O que provavelmente, em um futuro não muito distante, irá acontecer é a troca de peças estáticas tradicionais por novos engenhos digitais, com custos mais acessíveis e novas tecnologia de LED. Outra vantagem desse tipo de equipamento é a facilidade para o gerenciamento da publicidade neles veiculada. Existem previsões que afirmam que o número de engenhos digitais deve crescer cerca de 40% entre 2015 e 2020;

Integração com outras mídias e aparelhos.
Fica cada vez mais clara a necessidade de a Publicidade Exterior criar mecanismos, softwares e sistemas que permitam a sua interação e integração com novas plataformas como smartphones, internet etc. Essa tendência permitiria, por exemplo, o uso de engenhos mais “inteligentes”, capazes de reconhecer sinais, faces e outros fatores para interagir com o público que passa pelas redondezas, provocando mensagens on demand. Como não se pode desprezar o crescimento dessas outras mídias e a convivência pacífica e integrada sempre será a melhor solução.

Medição clara e real
Os engenhos de Publicidade Exterior são plataformas ideais para a medição de audiência, tipo de público, hábitos etc. Através de softwares e outras tecnologias avançadas será fundamental para basear novos tipos de pesquisas para embasar a decisão dos planejadores de mídia.

Experiências reais e impactantes
A Publicidade Exterior tem toda a condição de oferecer ao público experiências, degustações etc de forma real e impactante, colocando o público literalmente dentro de suas peças e fazendo com que a interação seja o ponto alto de campanhas publicitárias. Engenhos com telas em altíssima definição, em 3D, com imagens holográficas ou sensíveis ao toque serão comuns em um futuro não muito distante.

Com certeza o futuro será fascinante para a Publicidade Exterior.

Jorge Luiz Mussolin

Créditos – EAgorahttp://www.eagora.com.br/noticias_ler.php?nws-news=295241&nws-canal=4922#.V_KZX_krIdV

Mercado Mundial

De acordo com um estudo realizado pela consultoria TechNavio, os investimentos em publicidade deverão ter uma expansão constante até o ano de 2020. O estudo foi realizado com base em pesquisas realizadas junto a grandes anunciantes como Ford, P & G e American Express.

Segundo o relatório, a televisão continuará a ser o meio mais importante, enquanto a Publicidade Exterior tenderá a manter níveis de crescimento semelhantes aos da TV.

Ainda de acordo com o relatório, a estimativa de crescimento do mercado global de publicidade gira em torno de 6% para o período compreendido entre 2015 e 2020. Os dados mostram que a TV não deixará de ter o seu lugar de liderança, apesar da crescente popularidade das plataformas digitais.

O fato mais relevante do estudo é com relação ao comportamento da Publicidade Exterior, que deverá crescer também nos mesmos níveis da televisão. Nos últimos tempos, este setor também foi influenciado pela publicidade digital e suas possibilidades. O estudo confirma que o número de pessoas que passam muito tempo fora de suas casas está sempre aumentando e, este segmento, ainda é o melhor para se atingir um conjunto amplo e diversificado de públicos-alvo e grupos demográficos.

Créditos – EAgora – Jorge Luiz Mussolinhttp://www.eagora.com.br/noticias_ler.php?nws-news=293912&nws-canal=4922&nws-usu=4219865&nws-infonews=294402#.V-E1vzuCxB5

Acessooh

28 de julho de 2016 – 16h26

O Kantar Ibope Media divulgou nesta números semestrais de sua pesquisa Monitor Evolution, que acompanha investimentos em publicidade no Brasil. De janeiro a junho deste ano foram direcionados cerca de R$ 60,70 bilhões a veículos de mídia, crescimento de 0,9% em relação a 2015. A inflação neste semestre foi, no entanto, de 4,42% e, nos 12 meses anteriores, de 9,32%.

TV aberta segue como a plataforma preferida de investimentos em mídia, com R$ 33,71 bilhões no período e share de 55,5%. É seguida por TV paga, com R$ 7,13 bilhões; e jornal, com R$ 6,97 bilhões. Merchandising em televisão, contado a parte, está em quarto lugar e teve crescimento de 14% no período. O maior crescimento foi, no entanto, out-of-home, com 271% na comparação entre semestres, chegando a R$ 1,38 bilhões. Caíram jornal, internet display, rádio e revista (veja a tabela abaixo).

O Ibope Monitor considera os valores de tabela cheia divulgados pelos veículos, sem os descontos normalmente negociados por anunciantes e agências, o que resulta em valores absolutos fora da realidade. Entretanto, como usa a mesma metodologia para todos os seus rankings de anunciantes e agências, é uma das referências usadas pelo mercado.

Créditos – Meio&Mensagem: http://www.meioemensagem.com.br/home/midia/2016/07/28/publicidade-em-ooh-cresce-271-no-semestre.html

Acessooh

Os estudantes do Colégio pH da Unidade Botafogo, no Rio de Janeiro, tiveram uma surpresa ao cruzar por um abrigo de ônibus. A Clear Channel, uma das maiores empresas de mídia out of home do mundo, instalou um painel touchscreen a poucos metros da escola para que os jovens pudessem testar suas habilidades em um game interativo. A campanha #PasseiBem teve como objetivo incentivar os adolescentes a conhecerem o curso pré-vestibular da instituição de ensino.

Assinada pela agência Fenicios, o projeto de gamefication no mobiliário urbano da cidade usou a interatividade como principal estratégia para conquistar a atenção dos jovens. Ao final da partida, além da pontuação do jogo, os alunos eram convidados a se inscrever no cursinho.

Agência: Fenicios

Cliente: Colégio PH – Grupo Somos

Fornecedor: Blumer

Vídeo: Núcleo Video Produções

Produto: Pre-Enem pH

Nome da campanha: O pH ensina como

VP de Criação: Beto Werneck

Direção de criação: Beto Werneck

Criação: Leonardo Silveira

Atendimento: Daniela Vollmer

Mídia: José  Emilio e Carol Serra

Produção: Bruno Pardal

Créditos – ADNEWS: http://adnews.com.br/publicidade/ponto-de-onibus-vira-video-game-para-promover-cursinho-pre-vestibular.html

Relatório da Borrell aponta que essa mídia terá crescimento nos próximos cinco anos

De acordo com um novo estudo e relatório da Borrell, a mídia Out-of-Home será o único meio a não ser afetado pelo crescimento da publicidade na Internet.

Com exceção de uma ligeira quebra, ocorrida em 2014, a Mídia Digital OOH é o único meio, fora a Internet, que está demonstrado um crescimento consistente desde 2008 e é o único que deve apresentar um crescimento constante nos próximos cinco anos.

Jorge Luiz Mussolin

Créditos – EAgora: http://www.eagora.com.br/noticias_ler.php?nws-news=286724&nws-canal=4922#.V3ZmJleCxB5

Acessooh

Novos canais ganham espaço para estabelecer conexão com audiências

Quando a Lei Cidade Limpa vetou o formato tradicional de mídia exterior em São Paulo, decisão que se transformou em benchmark em outras capitais do país, não se esperava uma transformação tão pragmática e bem-vinda. Canais de out of home como JC Decaux e Otima passaram a integrar os planejamentos de mídia da maioria dos grandes anunciantes. A comunicação por meios mobile também teve uma expansão relevante para atingir os 120 milhões de usuários de tablets e smartphones. Os profissionais de mídia tiveram de estudar essas ofertas e se adequar à multiplicidade de meios que prospectam lugar nos orçamentos de comunicação dos anunciantes.

Apesar do protagonismo exercido pelas TVs abertas, que atraem cerca de 70% das verbas publicitárias, o mercado se movimenta em outras direções. No ano passado, o Kantar Ibope Media iniciou a medição de displays em 30 veículos online e constatou que foram investidos R$ 8,7 bilhões. “Os dados de Search são apresentados de forma inédita no Brasil: é o formato digital mais recente a ser incluído na cobertura de aquisição de espaços publicitários. As informações contemplam os investimentos destinados aos sites de busca Bing, Google e Yahoo! e são resultado de uma parceria com a Adgooroo, empresa da Kantar Media que monitora sites de busca em mais de 50 países. A verba destinada para os links patrocinados e sites de busca somaram, no último ano, R$ 1,6 bilhão”, diz o relatório Retrospectiva & Perspectivas 2015 do instituto.  

O mesmo estudo aponta que, no último ano, a compra de espaço publicitário em OOH representou o equivalente a R$ 1,5 bilhão, dividido entre mobiliário urbano (91%) e outdoor (9%). Do total, 72% está concentrado em mercados da região Sudeste, seguidos pelas regiões Sul (10%), Nordeste (10%), Centro-Oeste (6%) e Norte (2%).

Paulo Stephan, diretor-geral de mídia da Talent Marcel, analisa o cenário: “Depois de tanto sofrimento e quase extinção, acredito que o renascimento da mídia OOH é fantástico. Bem feito, planejado e bastante eficiente. Também vem ocorrendo o que era esperado: o mobile. Tudo passa por aí, com cada vez mais intensidade e potência. É a dobradinha que, em minha opinião, vem incomodando muita gente, no ótimo sentido.”

Renato Valio, vice-presidente  de mídia da mcgarrybowen, acrescenta: “O mídia assumiu um papel muito mais estratégico do que ele tinha há alguns anos. Hoje, não adianta mais saber o que é GRP ou falar que sabe fazer digital. Mídia é saber como gerar repercussão e conversa em torno daquilo que se quer comunicar.  E, para isso, é preciso estar atento ao que tem mais potencial de diálogo. É ter uma visão profunda de BI (Business Intelligence), pensar além das métricas tradicionais, mas na repercussão. Saber o quanto a mídia paga gerou de não paga”

“Outro ponto muito importante é ter uma interface cotidiana com a criação. Inspirar o criativo a pensar apropriadamente para cada canal é, hoje, uma função primordial. Para customizar uma estratégia para cada cliente ou campanha, dependendo do objetivo dela, é necessário ter muito mais visão do negócio do cliente, do que é necessariamente da mídia. Nosso papel é tentar juntar estas duas pontas e fazer o melhor trabalho gerando maior visibilidade, independentemente do budget,  e isto nos faz dependentes da ideia criativa”, afirma Valio.

Lucia Cucci, diretora de mídia da Tudo, conclui: “As inovações mais relevantes são as que nos permitem entregar os KPIs dos clientes de forma mais efetiva. Como fazer um evento para 500 pessoas que reverbere para 7 milhões? Como criar um conteúdo que estimule as pessoas a interagir? Estes desafios diários movem o nosso dia a dia que outrora foram tomados pelo GRP/TRP. Não estou relegando o tradicional só estou vivendo novas dimensões de experiências e linguagens”.

Créditos – ProMark: http://propmark.com.br/midia/out-of-home-e-mobile-rejuvenescem-marcas